Procurando um pouco sobre a comida tailandesa, acabei achando este site. É interessantíssimo, porque além de falar sobre diversas culinárias de diversos países, ele ainda sim trata de assuntos como nutrição, como se fazer um bom churrasco, história dos alimentos, entre diversos outros temas também.
É então nada a menos que um site que juntou matérias de outros sites e dispôs como uma ótima fonte de pesquisa para os interessados e curiosos. Você que me acompanha aqui, não deixe de acessar e conferir. O endereço é http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/culinaria/index.php.
Espero que gostem e aproveitem bastante! Bon appétit, gente!
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
Uma ladeira, um queijo, um objetivo, ... e um bando de malucos!
Bem, como vocês já puderam ver e como já foi escrito anteriormente, este vídeo refere-se à participação de Sílvio e Vesgo, integrantes do programa Pânico na TV na tradicional Corrida do Queijo (oficialmente “The Cooper's Hill Cheese Rolling and Wake”). Este é um evento que ocorre anualmente no mês de maio na cidade de Cooper’s Hill, Inglaterra. Foi tradicionalmente criada pelo e para o povo de Brockworth, um vilarejo local, mas têm participado pessoas do mundo todo.
Em cada evento, realizam-se diversas corridas. Do alto da colina em que ocorre o evento, são lançados sucessivamente diversos queijos de Gloucester (clique aqui para ler sobre) pesando cerca de 4 kg, em formato redondo (um por corrida), por um convidado. Os queijos descem a colina rolando e os concorrentes precisam então descer o monte a correr para os alcançarem. A primeira pessoa a chegar à linha da chegada na parte de baixo da colina ganha o queijo. Teoricamente, os concorrentes deveriam tentar apanhar o queijo durante a decida, mas como este parte antes dos competidores e pode alcançar velocidades de cerca de 110 km/h (o suficiente para derrubar e ferir espectadores, como aconteceu em 1997), isso raramente acontece.
Em cada evento, realizam-se diversas corridas. Do alto da colina em que ocorre o evento, são lançados sucessivamente diversos queijos de Gloucester (clique aqui para ler sobre) pesando cerca de 4 kg, em formato redondo (um por corrida), por um convidado. Os queijos descem a colina rolando e os concorrentes precisam então descer o monte a correr para os alcançarem. A primeira pessoa a chegar à linha da chegada na parte de baixo da colina ganha o queijo. Teoricamente, os concorrentes deveriam tentar apanhar o queijo durante a decida, mas como este parte antes dos competidores e pode alcançar velocidades de cerca de 110 km/h (o suficiente para derrubar e ferir espectadores, como aconteceu em 1997), isso raramente acontece.
Informações históricas e ao mesmo tempo precisas sobre como surgiu a corrida do queijo são díficeis de estabelecer, mas a tradição sustenta que tem pelo menos 200 anos de idade. Há fontes que dizem que o evento remonta ao tempo da Britânia, quando província romana, ou de um ritual pagão de cura, mas não existem provas disso.Tradição, competição, idiotisse, falta do que fazer, não sei com que palavras eu poderia categorizar este acontecimento, mas uma coisa eu digo com certeza: ainda vou participar dessa corrida! Por favor, né? É um queijo de 4 kg gente! 4 KG!!!
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Só pra descontrair! - Corrida do Queijo
Como estou ajudando na mudança dos meus avós, fiquei sem tempo para escrever aqui, então vou deixar um vídeo para vocês assistirem e amanhã falo sobre o assunto.
Nada mais, nada a menos que Sílvio e Vesgo do Pânico na TV na tradicional Corrida do Queijo, na cidade de Cooper's Hill, Inglaterra! Bem, divirtam-se! =)
Nada mais, nada a menos que Sílvio e Vesgo do Pânico na TV na tradicional Corrida do Queijo, na cidade de Cooper's Hill, Inglaterra! Bem, divirtam-se! =)
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segunda-feira, 4 de maio de 2009
Gastronomia na tela do cinema
Como toda pessoa aficionada por gastronomia, é natural que eu tenha interesse por filmes que envolvam o assunto, mas nenhum me agradou mais do que “Ratatouille”. Um sucesso entre os gourmets, um divertimento para as crianças, um desastre para os críticos, mas um filme fabuloso!
Para começar, acho que a Pixar nunca conseguiu e tão dificilmente conseguirá fazer uma animação tão detalhada e graficamente perfeita como esta ficou. O diretor Brad Bird (esquerda) se preocupou em tornar uma animação o mais semelhante possível com a realidade, exceto pela aparência dos personagens, o que poderia dar seriedade demais um filme inicialmente voltado ao público infantil. As sombras e os sons das pessoas andando na rua, a textura dos objetos, carros passando por locais escuros nas cenas, visuais incríveis da cidade de Paris (confira abaixo), ..., merece congratulações. Além disso, é uma história bem envolvente, então ao ver o filme, não tem como você não se identificar com um personagem da trama.
O filme trata da história de um ratinho de Paris chamado Rémy (direita), que morava no interior da França com a sua família e sua comunidade (comunidade esta a qual não sei como os machos se
reproduzem, pois não aparece uma fêmea durante o filme inteiro! rsrs). Rémy era um ratinho diferente do resto de sua colônia, pois tinha nascido com o olfato e o paladar apurado. Devido a isso, criou o interesse de assistir o programa culinário de Auguste Gusteau, que no filme, era um chef de cozinha francês famoso mundialmente cujo teria se matado ao receber uma crítica ruim de Anton Ego para o seu restaurante. Crítica esta que teria feito-o perder uma das suas 5 estrelas. A história deste chef faz alusão à verdadeira história do renomadíssimo chef francês Bernard Loiseau, que com certeza será comentado aqui posteriormente!Combinando suas habilidades e o aprendizado que obteve com Gusteau na televisão, Rémy se tornou um gourmet. Até que um dia, devido a um acidente com a dona da casa onde a sua colônia se encontrava, ele e todos os outros ratos que lá habitavam tiveram que fugir. Rémy acabou se separando do grupo e chegando a Paris.
Estando lá, ele se encontra com Alfredo Linguinni (esquerda), filho de um antigo e falecido affaire de Gusteau e recentemente empregado em seu antigo restaurante como faxineiro. Por culpa de uma de suas trapalhadas, ele tenta corrigir uma sopa e Rémy o ajuda na tarefa, deixando a sopa melhor do que já estava e agradando a todos os clientes no restaurante. Tendo em vista que um necessitava do outro para poder fazer o que queriam, eles desenvolvem uma técnica para Rémy controlar Linguinni pelo cabelo, assim o pequeno ratinho poderia cozinhar usando o corpo de seu companheiro. A partir daí, mais trapalhadas acontecem entre eles e o atual dono do restaurante, o chef Skinner, que cisma com a presença de um rato no restaurante que todos afirmam não existir.A animação ficou conhecida pelas lições que ela tenta empregar, passando boas mensagens também ao espectador. Uma frase que fica na sua cabeça depois que o filme termina, principalmente se você gosta de cozinhar, é o lema do chef Gusteau, que dizia que “qualquer um pode cozinhar”. Ao dizer isso, ele se referia que nem todos que tentarem irão brilhar, mas que cozinhar é uma coisa tão simples que qualquer um poderia fazer isso.
A história se torna muito interessante aos amantes da gastronomia, pois o protagonista e sua consciência acabam falando muitas coisas importantes em um restaurante, como as estações de
cozinha e as funções de cada uma das pessoas que as ocupam. Além disso, as receitas que Rémy prepara, principalmente a que dá nome ao filme (Ratatuille, à direita), simplesmente enchem o espectador de água na boca! rsrs...Espero que quem ainda não tenha assistido a este filme, confira de mente bem aberta, sem ligar para a opinião desses críticos que parecem não estar em dia com a esposa (huahuahuahuahua), afinal, se o filme fosse ruim como eles falam, não teria ganhado simplesmente o Oscar de melhor animação em 2008! ;)
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
De Moisés ao Chocolate - Parte 2
Tá, eu sei que eu não cumpri a minha promessa de não abandonar o Blog novamente, mas sabe quando você pega vários livros para ler e fica empolgado? Então... =) Mas continuando onde eu havia parado, por mais que já tenha passado duas semanas depois da Páscoa, acho que tenho que terminar o que eu comecei, né? rsrs...
O chocolate vem sido usado como bebida desde o começo de sua história. O registro mais antigo do uso de chocolate data de muitos séculos atrás. Em Novembro de 2007, arqueólogos encontraram vestígios da mais antiga plantação de cacau numa região de Puerto Escondido, em Honduras, que data de 1100 a 1400 a.C. Os resíduos encontrados e o tipo de recipiente em que estavam indicam que o uso do cacau não era apenas como bebida, mas que a parte branca que envolve os grãos de cacau era usada como fonte de açúcares fermentáveis para uma bebida alcoólica. A civilização maia cultivava o cacau em seus quintais e usavam as sementes para fazer uma bebida amarga. Documentos a respeito dos hieróglifos maias dizem que o chocolate era usado para fins cerimoniais assim como no cotidiano. Os resíduos de chocolate numa peça de cerâmica maia de Rio Azul, na Guatemala, sugerem que os maias já bebiam chocolate por volta do ano 400 d.C. No Novo Mundo, o chocolate era consumido numa bebida amarga chamada xocoatl (do náuatle xococ = amargo + atl = água), e era geralmente temperada com baunilha e pimenta. O xocoatl, acreditava-se, combatia o cansaço.
O chocolate também era um bem luxuoso e importante na América Central pré-colombiana, e os grãos de cacau eram usados como moeda. Povos europeus e da América do Sul vêm usando o chocolate para o tratamento de diarréia há centenas de anos. Todas as áreas conquistadas pelos astecas eram obrigadas a plantar cacau e pagar um imposto em grãos.
Até o século XVI, os europeus nunca tinham ouvido falar da popular bebida dos povos das Américas do Sul e Central. Inclusive, acredita-se que Cristóvão Colombo (à esquerda, em encontro com os astecas) foi o primeiro europeu a experimentar o chocolate. Não foi até a conquista dos astecas pelos espanhóis que o chocolate passou a ser importado pela Europa, onde rapidamente se tornou um favorito da corte. Para acompanhar a alta demanda da nova bebida, o exército espanhol começou a cultivar o cacau em plantações onde trabalhavam escravos nativos. Mesmo após a produção do cacau se tornar algo comum, apenas a realeza e os ricos podiam se dar ao luxo de consumir essa cara importação. Logo, os espanhóis passaram a cultivar o cacau em plantações, usando mão-de-obra africana escravizada para administrá-las. A situação era outra na Inglaterra: qualquer um com dinheiro poderia comprar o chocolate. A primeira chocolataria de Londres foi inaugurada em 1657. Em 1689, o famoso médico e colecionador Hans Sloane desenvolveu uma bebida de leite com chocolate na Jamaica que foi inicialmente usada por boticários, mas mais tarde vendida para os irmãos Cadbury. Por centenas de anos, o processo de fabricação do chocolate permaneceu o mesmo. Quando a Revolução Industrial chegou, muitas mudanças ocorreram e trouxeram o alimento para a forma em que o conhecemos hoje. No século XVIII, máquinas de espremer manteiga de cacau foram criadas. Isso ajudava a fazer um chocolate mais consistente e durável. A partir daí, o consumo do chocolate foi popularizado e espalhado pelo mundo todo.
Apesar de o chocolate ser geralmente consumido por prazer, há alguns efeitos positivos para a saúde na ingestão do alimento. O cacau ou o chocolate amargo, por exemplo, são benéficos para o sistema circulatório. Outros efeitos incluem as propriedades anticancerígenas, estimulantes cerebrais e a capacidade de curar diarréias. E eu que achava que era ao contrário! Pelo menos quando eu era criança minha mãe nunca deixou eu comer chocolate quando eu estava com dor de barriga!
Por outro lado, ingerir grandes quantidades de alimentos altamente energéticos, tais como o chocolate, aumenta o risco de obesidade. Há uma preocupação a respeito de casos de envenenamento leve por chumbo através do consumo de alguns tipos de chocolate.
Um estudo da BBC indicou que um chocolate derretendo na boca de uma pessoa causa um aumento na atividade cerebral e nos batimentos cardíacos que é mais intenso do que o associado a beijos apaixonados, e que duravam quatro vezes mais tempo após o término na atividade. Daí vem à fama de também ser afrodisíaco.
Entre benefícios à saúde e contaminações químicas, rsrs, existem diversos tipos de chocolate:

Chocolate preto – Deve conter no mínimo 35% de cacau segundo as normas européias.
Chocolate branco – Feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina, podendo ser acrescentados aromas.
Chocolate ao leite – A massa de cacau é substituída em parte por leite em pó ou leite, contendo no mínimo 25% de cacau, resultando um sabor mais adocicado.
Chocolate amargo – 70% de cacau no mínimo.
Chocolate meio-amargo – 50% de cacau no mínimo.
Chocolate em pó – Trata-se da amêndoa de cacau ralada e destituída da manteiga de cacau.
Achocolatado – Processo de fabricação semelhante ao chocolate em pó, porém, é acrescentado leite e açúcar.
Segue aqui uma receita que eu achei na internet de como fazer chocolate em casa. Ainda não testei, até porque é meio difícil de achar cacau! rsrs... Mas aí está caso alguém queira se arriscar:
- Quebre o fruto, retire as amêndoas e coloque para secar ao sol sobre um encerado plástico ou lona. Estando completamente secas e sem umidade separe um 1 kg das amêndoas de cacau numa assadeira ou panela, leve ao fogo para torrar mexendo constantemente com uma colher-de-pau. Aperte as amêndoas entre os dedos para observar se a casca sai facilmente. Se assim for, apague o fogo e descasque todo o cacau torrado.
- Passe todas as amêndoas em uma máquina de moer carne ou cereais. Acrescente à massa obtida 1 litro de leite e 1 Kg de açúcar. Bata no liquidificador e peneire.
- Leve ao fogo mexendo sem parar com uma colher-de-pau, até a massa soltar da panela. Se deixar passar desse ponto ele vai virar chocolate em pó.
- Despeje o chocolate numa assadeira untada com manteiga deixando mornar, em seguida cortar as barras.
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segunda-feira, 13 de abril de 2009
Só pra descontrair! ;) - Páscoa - 2
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Só pra descontrair! ;) - Páscoa
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De Moisés ao Chocolate - Parte 1
Sei muito bem que a Páscoa foi ontem, mas, novamente, estive meio ausente do computador e também passei uns dias pegando umas fontes boas para escrever essa postagem sobre a Páscoa. Como é um Blog sobre gastronomia, logicamente meu objetivo aqui é falar do chocolate, mas acho que seria interessante esclarecer algumas dúvidas sobre este feriado que provavelmente fora criado por um dentista. rsrs...Para entendermos a Páscoa, feriado cristão, vamos, sinteticamente, buscar sua origem na festa judaica de mesmo nome. O ritual da Páscoa judaica é apresentado no livro do Êxodo. Por essa festa, a mais importante do calendário judaico, o povo celebra o fato histórico de sua libertação da escravidão do Egito acontecido há 3.275 anos, cujo protagonista principal desse evento foi Moisés no comando de seu povo pelo Mar Vermelho e Deserto do Sinai.
O evento ÊXODO/SINAI compreende a libertação do Egito, a caminhada pelo deserto e a aliança no monte Sinai (sintetizado nos dez mandamentos dado a Moisés). De evento histórico se torna evento
de fé. A passagem do mar vermelho foi lembrada como Páscoa e ficou como um marco na história do povo hebreu. Nos anos seguintes ela sempre foi comemorada com um rito todo particular.Todo ano, na noite de lua cheia de primavera (por isso que a Páscoa não tem dia certo, podendo acontecer entre o dia 22 de março e 24 de abril), os hebreus celebravam a Páscoa, com o sacrifício de cordeiro e o uso dos pães azemos (sem fermentos), conforme a ordem recebida por Moisés. Era uma vigília para lembrar a saída do Egito, forma pela qual tal fato era passado de geração em geração.
Essa celebração ganhou também dimensão futura com o passar do tempo. E quando novamente dominados por estrangeiros, celebravam a Páscoa lembrando o passado, mas pensando no futuro, com esperança de uma nova libertação, última e definitiva, quando toda escravidão seria vencida, e haveria o começo de um mundo novo há muito tempo prometido.
Já na Páscoa Cristã, Jesus oferecendo seu corpo e sangue assume o duplo sentido da páscoa judaica: sentido de libertação e de aliança. E ao celebrar a Páscoa, Ele institui a NOVA PÁSCOA, a Páscoa da libertação total do mal, do pecado e da morte numa aliança de amor de Deus com a humanidade.
A nova Páscoa não era uma libertação política do poder dos romanos, como os judeus esperavam. Poucos entenderam que o Reino de Deus transcende o aspecto político, histórico e geográfico.
Hoje, ao celebrarmos a Páscoa, não o fazemos com sacrifício do cordeiro e alimentando-nos com pães sem fermento, pois Cristo se deu em sacrifício uma vez por todas, como cordeiro pascal, como prova e para nos libertar de tudo aquilo que nos oprime.
Então recapitulando, Moisés, judeus, cordeiro,..., onde é que entra um ovo aí no meio? Até porque cordeiros não botam ovos nem eu nunca vi um cordeiro de chocolate! Então por que raios de um coelho que entrega ovos de chocolate para as crianças?
Pois bem, para começar, a tradição do coelho da Páscoa foi trazida para as Américas pelos imigrantes alemães no século 18. O coelho visitava as crianças e escondiam os ovinhos para que elas os procurassem.
No antigo Egito o coelho simbolizava o nascimento, a vida. Em outros pontos da terra era símbolo da fertilidade, pelo grande número de filhotes que nasciam. Eles também têm a ver com a vida, mas à abundância da vida, inesgotável, de se multiplicar sem se esgotar. E qual a relação disso com a Páscoa? Cristo, para o cristianismo, é essa Vida Nova, inesgotável e abundante.
Já no caso dos ovos, na antigüidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso, os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.
Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever
mensagens e datas nos ovos e dá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.Os ovos não eram comestíveis, como se conhece hoje. Era mais um presente original simbolizando a ressurreição como início de uma vida nova. A própria natureza, nestes países, renascia florida e verdejante após um rigoroso inverno.
Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da Páscoa coloca seus ovinhos. Em outros, as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.
De qualquer forma o ovo em si simboliza a vida imanente, oculta, misteriosa que está por desabrochar. E por que ser de chocolate? Simples: A união do útil ao agradável. O símbolo da páscoa com sabor de chocolate, o que não deixa de ser uma criação e um costume capitalista para a obtenção de lucros com este feriado, afinal, antes comer chocolate do que casca de ovo, não é?
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